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Atividade X de filosofia EJA 1A-1B-1C

Boa tarde meus queridos alunos! Tudo ok com vocês?
Bem, dando continuidade aos nossos estudos, nesta aula vamos meditar um pouco sobre felicidade.
O que os antigos filósofos entendiam como felicidade; diversas opiniões diferentes sobre o tema e conhecer também a opinião de vocês sobre esse assunto.
* Vocês vão fazendo a leitura do texto e respondendo  em seguida aquilo que se pede:
um abraço para cada um de vocês,
bons estudos,
e continuem se cuidando que logo tudo isso vai passar!

Felicidade O bem que todos desejam.

Experiência filosófica A análise que fizemos da situação anterior teve como propósito destacar dois processos básicos que marcam, de modo geral, a experiência filosófica: o estranhamento e o questionamento. Estranhamento ou deslocamento Trata-se do primeiro passo da experiência filosófica. Quando uma pessoa vive uma circunstância de deslocamento ou estranhamento, experimenta uma quebra ou interrupção no fluir normal de sua vida. Detém-se, então, para pensar ou observar algo que antes não via, ou que vivia de forma automática, sem se dar conta, sem atenção, sem se questionar. Foi isso o que ocorreu com o médico durante sua permanência com os xavantes. Tal circunstância permitiu-lhe um distanciamento em relação à sua vida na cidade e, provavelmente, um contato com algumas de suas próprias crenças sobre a felicidade. Questionamento ou indagação Trata-se do segundo passo da experiência filosófica. Após viver o estranhamento, a pessoa Visitante de museu na Alemanha observa a pintura Simonia (dorsale), de nicola samori. na contemplação de uma obra de arte também podemos vivenciar uma quebra no fluir normal de nossas vidas. inicia um processo de questionamento (interno e externo) sobre o tema que lhe chamou a atenção. Foi o que expressou o médico, em suas perguntas ao índio: a primeira, com enfoque particular (“você é feliz?”), cuja resposta corresponde apenas a esse indivíduo; a segunda, de enfoque geral ou universal (“o que é felicidade ou ser feliz?”), cuja resposta deveria valer para todas as experiências de felicidade dos seres humanos, ou até mesmo independentemente destes (a felicidade em si). Certamente você já vivenciou, em algum momento, questionamentos semelhantes após algum acontecimento marcante em sua vida. Pode ter sido durante uma viagem para um lugar distante e distinto, na morte de um ser querido, em uma grande decepção amorosa etc. e aí começou a se questionar, mesmo que superficial e brevemente, sobre sua vida e a existência em geral. Pois, então, você estava tendo uma experiência filosófica, ainda que rudimentar. estava dando os primeiros passos no filosofar. Resposta filosófica Falta-nos, porém, um terceiro passo para que haja uma experiência filosófica completa. Prossigamos, então, em nossas descobertas. na análise que fizemos da historieta inicial, a principal questão encontrada foi a que envolve o conceito de felicidade, formulada na pergunta “o que é felicidade?”. Trata-se agora, portanto, de construir uma resposta para essa questão. Após uma reflexão serena e profunda, a resposta a ser elaborada deverá constituir um discurso, isto é, a enunciação de um raciocínio, no qual as ideias deverão estar ordenadas de maneira lógica no sentido de expressar um entendimento sobre o problema e, na medida do possível, encontrar uma “solução” para ele. Além disso, esse discurso deverá ter um caráter universal, isto é, pode ser aplicado a todos os casos ou pessoas. essas são características importantes de uma resposta filosófica. isso quer dizer que as respostas filosóficas não são “qualquer” resposta, pois filosofar não é pensar de qualquer maneira, seja quando se pergunta ou quando se responde (conforme veremos de forma mais detalhada nos próximos capítulos).  esse terceiro passo para constituir uma experiência filosófica completa não foi dado em nossa historieta. ela não apresenta uma resposta com tais características. Ao contrário, a resposta de Rupawe chega a provocar em nós, leitores, certo efeito cômico, pela ingenuidade e aparente contradição do índio ao se declarar feliz e, ao mesmo tempo, não saber o que é felicidade. Veja, porém, que essa ironia é profundamente filosófica, pois não é verdade que, com frequência, temos uma compreensão particular, intuitiva e experiencial de alguma coisa ou dimensão de nossa existência (como a felicidade, o amor, o desejo), mas não um entendimento conceitual mais amplo e abstrato dela? essa é uma experiência constante de nosso cotidiano: conhecemos algo, sentimos algo, vivemos algo, mas temos dificuldade para defini-lo. Ironia – em literatura, uso de palavras ou situações incongruentes ou contraditórias, com efeito crítico ou humorístico. será fácil, porém, definir a felicidade nesses termos? não, assim como não é fácil responder grande parte dos temas tratados pelos filósofos em toda a história da filosofia. Tanto que existe muita discordância entre eles, que deram respostas diferentes, com frequência contrárias – embora brilhantes –, para as mesmas questões. e muitas vezes, ao respondê-las, despertaram novos problemas, sobre os quais se debruçariam as gerações seguintes. Assim, como veremos ao longo deste livro, em filosofia não existem respostas definitivas, no sentido de convencer a todos e “acabar com a discussão” (embora seja isso o que pretende e acredita ter alcançado boa parte daqueles que se lançam nessa tarefa). os temas filosóficos são os temas fundamentais da existência humana, mas as pessoas muitas vezes têm experiências distintas, suas vidas mudam e as sociedades também. Por isso, costuma-se dizer que a filosofia é uma contínua conversação. 1. Recorde um momento de sua vida que fez você parar para pensar. Depois elabore um texto sobre essa si tuação que contenha estes elementos: a) lugar onde ocorreu a situação, data, pessoas envolvidas, diálogos, sensações, emoções; b) problema (dúvidas ou perguntas que essa situação despertou em você à época); c) respostas a que chegou então (se chegou a alguma); d) crítica: em que sua reflexão pode ser melhorada hoje, no sentido de torná-la uma resposta mais filosófica? ConexõEs Felicidade e sabedoria Voltando ao nosso tema, a felicidade, talvez você já esteja pensando: “Até aqui eu entendi. mas por que começamos um livro de filosofia falando de felicidade? Afinal, qual é a relação entre felicidade e filosofia?”. Pois bem, a relação é histórica, isto é, vem desde o nascimento da atividade filosófica na Antiguidade grega, há mais de 25 séculos. Como a própria etimologia revela, a palavra filosofia é formada pelos termos gregos philos, “amigo”, “amante”, e sophia, “sabedoria”. Portanto, filosofia quer dizer “amor à sabedoria”. e sabedoria, para os gregos, não era apenas um grande saber teórico, mas principalmente prático, tendo em vista que buscava atender ao que consideravam o objetivo supremo da vida humana: a felicidade. Assim, a filosofia apresentava-se como um conhecimento superior que conduzia à vida boa, isto é, que indicava como viver para ser feliz. e o filósofo se reconhecia como aquele que buscava, praticava e ensinava um método, um caminho para a felicidade. As artes da paz (1893) – gari melchers. observe a obra e reflita sobre a importância do conhecimento nessa pintura mural. Trata-se de uma representação moderna do mundo antigo. A estátua reverenciada é de Palas Atena, deusa da sabedoria, das artes e da guerra.
 Origem da palavra filosofia Conforme a tradição histórica, a palavra filosofia foi usada pela primeira vez pelo pensador grego Pitágoras (c. 570-490 a.C.), quando o príncipe leonte perguntou-lhe sobre a natureza de sua sabedoria. Pitágoras respondeu: “sou apenas um filósofo”. Com essa resposta, pretendia esclarecer que não detinha a posse da sabedoria. Assumia a posição de “amante do saber”, isto é, alguém que quer, ama e deseja o saber. Com o decorrer do tempo, entretanto, a palavra filosofia foi ganhando um significado mais específico, passando a designar a busca de um tipo especial de sabedoria: aquela que nasce do uso metódico da razão, da investigação racional. Finalidade última da filosofia em sua origem histórica, a relação da filosofia com a felicidade era fundamental, pois a vida boa seria a finalidade última da investigação filosófica. Para que você entenda bem o que queremos dizer com “finalidade última” de uma ação, observe a seguinte sequência de perguntas:
• Filosofar para quê? Para pensar melhor sobre tudo: os fatos, as pessoas, a vida.
• Pensar melhor sobre tudo para quê? Para encontrar soluções aos problemas da existência – a minha e a de outras pessoas.
• encontrar essas soluções serve para quê? Para ter menos problemas, ficar mais tranquilo e viver melhor.
• Viver melhor para quê? Para me sentir bem, em paz comigo mesmo e com o mundo.
• sentir-se assim para quê? Para ser feliz.
• ser feliz para quê? não sei. Talvez para deixar as pessoas que me cercam felizes também.
• Deixá-las felizes para quê? Para que eu fique feliz com a felicidade delas. Vemos que, no final, as respostas começam a ser circulares. Voltam sempre ao mesmo ponto, ou seja, à ideia desse sentimento de bem-estar, de satisfação consigo mesmo e com a vida, ligada também à sensação de plenitude, de já ter tudo e não precisar de mais nada. essa é uma boa descrição da felicidade. Portanto, finalidade última é aquela que está por detrás de todas as finalidades mais imediatas e conscientes de uma ação. geralmente inconsciente, ela é o motivo fundamental de uma conduta. Finalidade última de todos os atos usando da mesma lógica contida nessa sequência de perguntas, podemos supor que a felicidade é igualmente a finalidade última de todos os nossos atos, mesmo de ações que parecem “ruins” por algum tempo, ou daquelas que realmente nos fazem mal e aos outros. É que, no fundo – conforme acreditam vários filósofos e psicólogos –, a intenção última de toda ação ou conduta é “positiva” no sentido de que, consciente ou inconscientemente, a pessoa está buscando, por meio dessa ação, trazer, preservar, aumentar seu bem-estar, ou mesmo evitar, acabar com uma dor, um sofrimento, uma tristeza. É o caso, por exemplo, do jovem que “malha” todos os dias na academia para alcançar uma boa condição física, que “racha” de estudar para passar no vestibular ou que realiza trabalhos voluntários em sua escola ou comunidade. são esforços, “sacrifícios”, ações em que se abandona o prazer imediato em busca de um bem maior, uma alegria. Parece que a felicidade funciona como um ímã oculto que atrai as pessoas com seu magnetismo, impulsionando seus movimentos, suas ações.
 Pitágoras. o filósofo e matemático grego ensinava que a música é um remédio para a alma. Razão – faculdade (capacidade) da mente à qual corresponde o raciocínio (ou encadeamento lógico das ideias) e a possibilidade de compreender intelectualmente as coisas. opõe-se, nesse sentido, à compreensão que advém das sensações e da sensibilidade.
sem a perspectiva do bem que traz uma ação, ela perde seu sentido, e o magnetismo se desfaz. mas, quando temos essa perspectiva do bem que queremos e o alcançamos, vivemos um estado de satisfação com nossa situação no mundo. Aliás, a etimologia revela que a palavra felicidade vem do latim felicitas, que, por sua vez, deriva do latim antigo felix, que significa “fértil, frutuoso, fecundo” (cf. AbbAgnAno, Dicionário de filosofia). Felicidade é, portanto, um estado de fecundidade que gera vida e vitaliza nossa existência. no entanto, a busca da felicidade também está por detrás de muitos comportamentos autodestrutivos, como a dependência das drogas, do álcool e do tabaco, ou antissociais, como a violência e a delinquência, sem falar no simples egoísmo e na falta de consideração pelos demais. Assim, afirmar que a felicidade é a finalidade última de todos os atos não é dizer que todo e qualquer ato traz felicidade. Como você já deve ter experimentado, muitas vezes o que se obtém é o oposto: buscamos felicidade e acabamos conseguindo infelicidade. Por isso é tão importante desenvolver um conhecimento mais crítico sobre o mundo, sobre as coisas. Como diz o ditado popular: “nem tudo o que reluz é ouro”. “nem tudo é dias de sol, / e a chuva, quando falta muito, pede-se. / Por isso tomo a infelicidade com a felicidade / naturalmente, como quem não estranha / Que haja montanhas e planícies / e que haja rochedos e erva...” (Pessoa, O guardador de rebanhos, p. 14.) Justin Paget/Corbis/Fotoarena
1. explique as três etapas básicas de uma experiência filosófica.
2. Por que se diz que existe uma relação histórica entre felicidade e filosofia?
3. Disserte sobre o conceito de finalidade última.
 4. o que é a felicidade para você? em que situações concretas de sua vida você experimentou esse estado? análise e entendimento
1. Finalidade ultima “A felicidade é a finalidade última de todos os nossos atos.” Você concorda com essa afirmação?
não poderia ser, por exemplo, o amor, o crescimento espiritual ou mesmo a riqueza material?
Debata sobre esse tema com seus colegas, procurando:
a) expor sua opinião e escutar atentamente a dos demais;
b) questionar, com argumentos e de maneira respeitosa, as opiniões das quais você discorda ou que não entendeu direito;
c) apoiar, com argumentos, aquelas de que você gostou, complementando-as, se achar necessário.
como viver para ser Feliz?
O que disseram os sábios gregos a  humanidade dedica-se regularmente e com avidez a eles;
 • saúde – valorizada por muitos, principalmente quando falta, mas perseguida pelos mais moderados ou disciplinados;
 • amor e amizade – considerados importantes pela maioria, mas com frequência relegados a um segundo plano em termos de prioridade. Pressupõe-se que a carência de uma dessas fontes possa explicar a infelicidade de alguém. o curioso é que, com frequência, pessoas que desfrutam de tudo isso não se sentem felizes, ou são infelizes por tê-las em excesso. Como explicar isso?
Dependerá a felicidade de outros fatores mais essenciais?
Variará de pessoa para pessoa? em uma primeira análise, podemos perceber na lista acima uma tendência em considerar a felicidade como o resultado de fatores predominantemente materiais e externos que afetam a vida de um indivíduo: bens, dinheiro, reconhecimento do meio social, prazeres ditos “carnais”, ausência de doenças. As circunstâncias internas, sua vida interior, não contariam tanto, nem a coletividade em que vive esse indivíduo. Diferindo da tendência geral, a maioria dos filósofos – especialmente os gregos antigos – propôs caminhos mais comportamentais e intelectuais (ou espirituais) para a obtenção da felicidade verdadeira. Alguns deles também empregaram uma perspectiva menos individualista, concebendo a felicidade como resultado de um processo coletivo, alcançado em conjunto com a comunidade. Dois amiguinhos observam o dia chuvoso na fronteira entre bangladesh e Índia. Avancemos um pouco mais em nossa investigação sobre a felicidade, colocando-nos agora algumas questões:
 • se o que nos move é, em última instância, o desejo de ser feliz, mas nem todo ato traz felicidade, como alcançar nosso objetivo?
 • Considerando a fragilidade e a vulnerabilidade humanas, como devemos agir para levar uma vida feliz ou, ao menos, não infeliz?
• Quais são as fontes da felicidade? É aí que entra em cena o sábio, o filósofo. Como ficará mais claro adiante, responder de forma filosófica a essas questões envolve primeiramente formar uma ideia bem fundamentada sobre muitos outros temas: como é o mundo, quem somos nós, que lugar ocupamos no mundo, como conhecemos as coisas, que sentido tem a existência de cada um e muitos outros problemas filosóficos. Todas essas respostas devem ser coerentes entre si, formando um sistema. Sistema – conjunto de elementos em que um depende do outro, compondo um todo orgânico, coerente e organizado. Assim, ao tentar responder a essas e outras perguntas, os sábios da grécia antiga, nossos primeiros filósofos (do mundo ocidental), acabaram elaborando sistemas filosóficos distintos, com explicações que procuraram abarcar toda a complexidade do universo natural e humano. Veremos, logo mais, algumas dessas respostas. Antes, porém, abordemos o tema das fontes de felicidade, para formar um mapa prévio, orientador.
Fontes da felicidade
Que elementos, condições ou coisas tornam um indivíduo feliz? De acordo com textos antigos, os elementos mais desejados e perseguidos pelas pessoas em geral durante a Antiguidade eram (e você perceberá que continuam sendo):
• bens materiais e riqueza – sempre estiveram entre as fontes mais cobiçadas e pelas quais as pessoas mais se esforçam;
• status social, poder e glória – pode-se até matar por eles, mesmo quando as pessoas não são tão conscientes do valor que lhes dão;
• prazeres da mesa e da cama – fontes básicas do bem-estar corporal e emocional, boa parcela da mohammad mustafi.


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